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	<title>Arquivos Transformação Digital - Diego Nogare</title>
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	<description>Consultor Executivo de IA &#38; ML</description>
	<lastBuildDate>Tue, 21 Jul 2026 12:01:33 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Transformação Digital - Diego Nogare</title>
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		<title>Meus primeiros 100 dias na Microsoft</title>
		<link>https://diegonogare.net/2026/07/meus-primeiros-100-dias-na-microsoft/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nogare]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 12:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[IA Generativa]]></category>
		<category><![CDATA[inteligencia artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cem dias! Parece pouco tempo quando olhamos para o calendário. Mas, dentro da Microsoft, esses primeiros 100 dias foram intensos e repletos de aprendizados que vão muito além do que eu poderia ter imaginado. Bom, essa não é a minha primeira vez aqui. Durante minha primeira passagem, lá em 2012 trabalhando no Lançamento do SQL...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cem dias! Parece pouco tempo quando olhamos para o calendário. Mas, dentro da Microsoft, esses primeiros 100 dias foram intensos e repletos de aprendizados que vão muito além do que eu poderia ter imaginado.</p>
<p>Bom, essa não é a minha primeira vez aqui. Durante minha primeira passagem, lá em 2012 trabalhando no Lançamento do SQL Server, fiquei alguns meses para executar este projeto específico. Mas desta vez é diferente. A missão é muito mais ampla, o contexto é outro e a tecnologia evoluiu de uma forma que nenhum de nós poderia prever há dez ou quinze anos. Tirando os pesquisadores que já estavam olhando para a IA Generativa, quem mais arriscava que a arquitetura de Transformers iria fazer tanto barulho e movimentar o mercado como fez?</p>
<p>Agora, ocupo o cargo de Diretor Técnico para iniciativas de Inteligência Artificial da Microsoft no Brasil, à frente do programa de Frontier Firms, com o objetivo de transformar e melhorar a experiência dos nossos cliente através de soluções de IA cada vez mais estratégicas e impactantes.</p>
<h2>Aprendendo todos os dias: A cultura Microsoft de dentro</h2>
<p>Voltando alguns anos, quando entrei no Itaú, eu li o livro <a href="https://link.amazon/B067hRANP" target="_blank" rel="noopener"><strong>Os Primeiros 90 dias</strong></a> que me ensinou a ouvir e aprender muito antes de tomar qualquer decisão quando chegar em uma nova empresa.</p>
<p>Foi o que fiz. E a primeira coisa que vi na Microsoft foi que aprender é uma responsabilidade coletiva, mas comigo sendo o protagonista do meu aprendizado. Percebi que não existe a ideia de que você já sabe tudo&#8230; Muito pelo contrário!</p>
<p>Nos primeiros dias, me dediquei a entender os processos internos, os rituais de comunicação e os frameworks de trabalho. Cada conversa com um colega era uma aula, literalmente. Cada reunião entendia uma nova camada de como a empresa funciona. Mais do que a tecnologia em si, fui impactado pela cultura de crescimento. Senti que a Microsoft valoriza profundamente o conceito de growth mindset e lifelong learning. A capacidade de aprender é mais valiosa do que o conhecimento fixo que você já possui.</p>
<p>Isso resoou profundamente comigo, conectando com o que vivi recentemente nos estudos durante o <a href="https://diegonogare.net/2026/02/its-dr-actually/" target="_blank" rel="noopener">doutorado</a>.  Não tentei chegar com respostas prontas. Cheguei com perguntas. E isso fez toda a diferença!</p>
<h2>O ecossistema de Parceiros: Quem está ao lado dos Clientes</h2>
<p>Um dos desafios desse período foi entender como o ecossistema de parceiros Microsoft funciona na prática, com o olhar de dentro. Já fui parceiro antes, na época da Lambda3 eu respondia como Chief Data Officer da empresa, e fizemos vários projetos em clientes junto da Microsoft. Mas agora é diferente, estou do outro lado da mesa.</p>
<p>Os parceiros não são apenas revendedores ou integradores técnicos. Eles são, via de regra, uma extensão do time de vendas e delivery da Microsoft. Apesar de não ser o meu time que se envolve nos engajamentos diretos de parceiros em clientes, eu preciso conhecer o processo para usar isso da melhor forma possível. Neste período passei a ver os parceiros não como intermediários, mas como aliados estratégicos. São eles que estão no dia a dia com os clientes, traduzindo a visão tecnológica da Microsoft em projetos reais de transformação.</p>
<p>Conversei com alguns parceiros nesses 100 dias. Comecei a entender que o meu papel também é de apoiar esses parceiros, e isso está no meu plano para 2027! Quero ajudar para que eles possam entregar IA com qualidade, velocidade e relevância de negócio, mas principalmente, alinhado com os objetivos estratégicos e de valor dos clientes.</p>
<h2>Visitas a Clientes: Conversas estratégicas sobre o futuro da IA</h2>
<p>Se tem uma demanda desse período que me deixou feliz de forma especial, foi sem dúvida, as visitas a clientes para discussões estratégicas de IA. Minha nova função envolve uma proximidade com os clientes, buscando entender seus desafios, co-criando estratégias e fortalecendo parcerias que possam gerar resultados e valor real.</p>
<p>Na prática, isso significa sentar com CEOs, CIOs, CAIOs, CTOs e diretores de diferentes setores&#8230;  varejo, finanças, saúde, educação, agro&#8230; e falar sobre IA de forma que vai muito além da tecnologia. Falamos sobre modelos de negócio, sobre reorganização de processos, sobre o que muda quando os agentes de IA passam a operar de forma autônoma dentro de uma empresa. Estratégia e geração de valor!</p>
<p>Essas conversas me ensinaram muito (lembra do lifelong learning e growth mindset que comentei lá no começo do texto?). Vi que o maior obstáculo para a adoção de IA não é técnico, eu já tinha essa visão antes, mas agora reforçou. O grande desafio é cultural e estratégico. As empresas querem resultados, mas ainda estão descobrindo quais perguntas fazer. E é justamente aí que entra o meu papel. Acredito que a Inteligência Artificial baseada no uso analítico de dados deve resolver problemas reais de negócio, não ser apenas uma tecnologia sem propósito.</p>
<p>Não é Tech-by-Tech, temos que saber os ponteiros de negócios que estamos impactando. Inclusive, para isso, recomendo a leitura do livro <a href="https://link.amazon/B0clrof9L" target="_blank" rel="noopener"><strong>Apaixone-se pelo problema, não pela solução</strong></a>.</p>
<h2>Programas internos para entregar projetos nos Cliente</h2>
<p>Outro eixo fundamental desses 100 dias foi entender os programas voltados a entregar projetos de IA para os clientes. São muitos programas, ainda preciso de ajuda com isso e sempre recorro a alguém que conhece mais do assunto.</p>
<p>A Microsoft tem um monte de programas internos para isso. Desde incentivos financeiros até suporte técnico especializado, passando por frameworks de co-venda e estratégias de go-to-market. Entender esse ecossistema de dentro é essencial para que eu possa contribuir de forma relevante.</p>
<p>O <a href="https://partner.microsoft.com/en-US/asset/collection/evolving-the-microsoft-partner-network-programs#/" target="_blank" rel="noopener">Microsoft AI Cloud Partner Program</a> é o principal meio pelo qual a Microsoft engaja e investe em seu ecossistema de parceiros para realizar os projetos nos clientes. O programa reúne tudo que você precisa ao longo de todo o ciclo de vida do parceiro, incluindo onboarding, capacitação, estratégias de go-to-market, co-selling e incentivos. Em algumas situações, o cliente está pronto, o parceiro está preparado, mas o caminho entre os dois ainda não está suficientemente claro. Parte do meu trabalho é encurtar esse caminho, conectando os dois. <del>Ao menos acho que é!</del></p>
<h2>Bom, o que vem pela frente</h2>
<p>Cem dias são apenas o começo. Aprendi muito, mas sei que ainda há muito mais pela frente.</p>
<p>O mercado de IA no mundo, e obviamente no nosso contexto do Brasil, está em um momento singular&#8230; As empresas já passaram da fase do questionamento e estão agora na fase da ação. Niunguém mais duvida que a IA vai ajudar, resta agora saber como tirar da POC e levar pra produção! E é justamente nessa fase que o tipo de trabalho que fazemos aqui na Microsoft mais importa.</p>
<p>Continuarei visitando clientes, aprendendo com parceiros, fortalecendo a liderança técnica e ajudando a construir pontes entre a visão estratégica da Microsoft e a realidade dos negócios brasileiros.</p>
<p>Porque, no fim, a IA mais poderosa do mundo não serve a nada se não resolver o problema de um cliente real.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E é exatamente isso que me motiva a seguir em frente!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta é uma reflexão honesta do que vivi até aqui, nestes meus primeiros 100 dias na Microsoft. Vamos ver como será o FY27 <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><strong>Imagem de capa:</strong> Foto no logo da Microsoft, tirada durante o MCAPS Start em Julho/2026 &#8211; Seattle/WA.</p></blockquote>
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		<title>Se você não está olhando para Agentes de IA, deveria</title>
		<link>https://diegonogare.net/2026/01/se-voce-nao-esta-olhando-para-agentes-de-ia-deveria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nogare]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 23:18:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Agentes Autônomos]]></category>
		<category><![CDATA[Deloitte Tech Trends 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[IA Agêntica]]></category>
		<category><![CDATA[inteligencia artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Machine Learning]]></category>
		<category><![CDATA[Meta Manus]]></category>
		<category><![CDATA[Prompt Injection]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A trajetória do uso de Inteligência Artificial nos últimos anos revela um padrão claro de crescimento e sofisticação técnica. Inicialmente, o público interagia com os Chatbots tradicionais, que operavam baseados em regras rígidas e árvores de decisão limitadas. Essas ferramentas serviam, praticamente, para responder perguntas frequentes e direcionar usuários em menus pré-definidos de atendimento. Contudo,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A trajetória do uso de Inteligência Artificial nos últimos anos revela um padrão claro de crescimento e sofisticação técnica. Inicialmente, o público interagia com os Chatbots tradicionais, que operavam baseados em regras rígidas e árvores de decisão limitadas. Essas ferramentas serviam, praticamente, para responder perguntas frequentes e direcionar usuários em menus pré-definidos de atendimento. Contudo, a experiência era frustrante e pouco eficiente para problemas que exigiam flexibilidade ou compreensão contextual.</p>
<p>Posteriormente, a chegada das IAs Conversacionais baseadas em modelos generativos transformou a interação homem-máquina em algo fluido. Essas IAs conseguiam manter diálogos complexos e gerar textos criativos com uma naturalidade impressionante para a época. Todavia, elas ainda dependiam inteiramente de um humano para fornecer o comando inicial e validar cada etapa do processo. A tecnologia era poderosa, mas permanecia passiva e limitada ao ambiente de conversa do chat, havia uma dificuldade em escalar para milhões de usuários.</p>
<p>No entanto, atualmente, acompanhamos o surgimento dos Autonomous AI Agents, que representam o padrão ouro dessa evolução tecnológica. Um agente não apenas conversa, mas utiliza ferramentas e executa tarefas de ponta a ponta sem intervenções. Ele possui <a href="https://diegonogare.net/2025/01/o-que-sao-agentes-e-sistemas-multiagentes-de-llm/" target="_blank" rel="noopener">capacidade de raciocínio multietapa</a>, permitindo que planeje subtarefas para alcançar um objetivo final maior e complexo. Consequentemente, o foco do desenvolvimento mudou da criação de textos para a orquestração de ações em sistemas diversos.</p>
<h3>O guia da Deloitte para a autonomia</h3>
<p>No capítulo 2 do relatório recente da Deloitte sobre as <a href="https://www.deloitte.com/us/en/insights/topics/technology-management/tech-trends.html" target="_blank" rel="noopener">Tendências Tecnológicas para 2026</a>, publicado em dezembro/2025, serve como um farol para as organizações modernas. A consultoria afirma que a transição para sistemas agênticos exige uma mudança profunda na mentalidade dos líderes de negócios. Segundo o documento, não basta apenas implementar a tecnologia, mas sim redesenhar toda a arquitetura de dados corporativos. Além disso, a Deloitte enfatiza que a governança deve ser o pilar central de qualquer iniciativa de automação em 2026.</p>
<p>De acordo com o relatório, a inteligência agêntica permite que as empresas operem com uma agilidade sem precedentes no mercado global. A consultoria destaca que os agentes podem interagir entre si para resolver gargalos operacionais de forma dinâmica e inteligente. Por outro lado, o documento alerta que a falta de uma estratégia clara pode levar ao caos sistêmico, principalmente por causa dos sistemas legados não estão preparados para trabalhar com Agentes de IA. Por esse motivo, os especialistas sugerem a criação de centros de excelência focados exclusivamente na supervisão de ecossistemas autônomos.</p>
<p>A credibilidade do relatório da Deloitte reforça que a IA agêntica é o próximo grande salto de produtividade mundial. As organizações que adotarem essas diretrizes agora estarão mais preparadas para as flutuações de um mercado cada vez mais digitalizado. Adicionalmente, o estudo aponta que o papel do trabalhador humano será elevado para funções de gestão e curadoria estratégica. Assim, a tecnologia atua como um multiplicador de capacidades humanas em vez de uma simples ferramenta de substituição.</p>
<h3>Meta, Manus e o investimento de dois bilhões de dólares</h3>
<p>A recente aquisição da Manus pela Meta por cerca de US$ 2 bilhões confirma o vigor desse novo mercado. A Meta identificou na startup de Singapura uma tecnologia capaz de realizar tarefas que superam os modelos de linguagem convencionais. A Manus desenvolveu agentes de propósito geral que realizam pesquisas de mercado e codificação de software com extrema precisão. Consequentemente, a Meta planeja integrar essas capacidades em todas as suas plataformas de comunicação e publicidade digital.</p>
<p><del>É importante notar que a Meta possui um histórico notável de apostar em tecnologias que definem o futuro dos negócios. Posso arriscar, em tom debochado, que a empresa de Mark Zuckerberg raramente investe bilhões em ideias sem potencial lucrativo. Certamente, não citarei aqui aquele período de &#8220;surto coletivo&#8221; conhecido como Metaverso, que preferimos esquecer por questões de saúde mental.</del></p>
<p>O investimento na Manus, entretanto, foca em produtividade real e ferramentas que as empresas realmente desejam pagar para usar. O sucesso comercial da Manus, que atingiu US$ 100 milhões em faturamento recorrente em apenas 8 meses, valida essa tese de mercado. As empresas buscam soluções que entreguem resultados concretos em vez de apenas demonstrações técnicas impressionantes, mas inúteis. Nesse sentido, a Meta busca se posicionar como a principal fornecedora de infraestrutura para a economia dos agentes autônomos globais. A aquisição demonstra que a corrida pela autonomia já começou e as BigTechs estão dispostas a gastar muito para vencer.</p>
<h3>Desafios técnicos e a nova arquitetura de software</h3>
<p>Construir um AI Agent funcional exige muito mais do que apenas conectar um modelo de linguagem a uma base de dados. É fundamental implementar camadas de lógica de negócios que impeçam o sistema de tomar decisões financeiras desastrosas ou ilegais. O caso emblemático de uma concessionária Chevrolet nos Estados Unidos ilustra perfeitamente esse perigo técnico. Ao utilizar um agente baseado em ChatGPT sem as devidas travas, <a href="https://www.tecmundo.com.br/software/275314-chatgpt-vende-carro-us-80-mil-us-1-atender-cliente.htm" target="_blank" rel="noopener">a empresa viu o bot &#8220;vender&#8221; uma caminhonete de US$ 80 mil por apenas US$ 1</a>. Este incidente ocorreu porque o atacante utilizou uma técnica simples de manipulação de contexto para forçar o bot a concordar com qualquer proposta. O usuário convenceu a IA de que o acordo era um contrato juridicamente vinculativo e irrevogável.</p>
<p>Trago este exemplo para reforçar que a arquitetura de software para agentes modernos deve incluir sistemas de validação cruzada e limites operacionais extremamente rígidos.</p>
<p>Não basta que a IA seja inteligente; ela precisa operar dentro de parâmetros financeiros inegociáveis para a organização.</p>
<p>Portanto, a nova engenharia de software foca na criação de Guardrails Semânticos que filtrem instruções maliciosas em tempo real. Os desenvolvedores estão adotando técnicas de Human-in-the-loop para transações de alto valor ou decisões que envolvam contratos. Além disso, a arquitetura deve prever mecanismos de monitoramento constante para identificar desvios de comportamento do agente.</p>
<p>Arrisco dizer que o desafio técnico migrou da funcionalidade pura para a resiliência e a segurança contra táticas de engenharia social.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Mais uma vez tive que iterar muito com o Google Nano Banana 3 para fazer essa imagem, e vou ficar devendo o prompt que gerou a imagem de capa.</p></blockquote>
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		<title>[Micro-blog] Catadão de ferramentas de IA de 2025</title>
		<link>https://diegonogare.net/2026/01/micro-blog-catadao-de-ferramentas-de-ia-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nogare]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 12:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Micro-blog]]></category>
		<category><![CDATA[ChatGPT]]></category>
		<category><![CDATA[Gemini]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[inteligencia artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cenário da Inteligência Artificial em 2025 não é mais sobre o futuro, mas é sobre como estamos otimizando o agora. Analisei este guia abrangente da Towards AI que mapeia as ferramentas essenciais para quem deseja sair do básico e dominar a produtividade em várias áreas. O texto explora desde os modelos de linguagem que...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário da Inteligência Artificial em 2025 não é mais sobre o futuro, mas é sobre como estamos otimizando o agora.</p>
<p>Analisei este guia abrangente da Towards AI que mapeia as ferramentas essenciais para quem deseja sair do básico e dominar a produtividade em várias áreas. O texto explora desde os modelos de linguagem que lideram o mercado, como o ChatGPT e o Claude 3.5, até soluções especializadas em geração de imagens (Midjourney), vídeos (Sora e Runway) e produtividade empresarial.</p>
<p>Mais do que uma lista, é um roteiro para entender quais ecossistemas realmente entregam valor em um mar de novas aplicações, focando em usabilidade e resultados práticos para iniciantes e profissionais. Inclusive, acredito que este tipo de conhecimento ajuda a <a href="https://hsmmanagement.com.br/processos-estruturados-e-a-era-da-otimizacao-como-a-ia-nos-ajuda-a-vencer-o-fomo-e-conquistar-o-tempo/" target="_blank" rel="noopener">evitar o FOMO</a> da nossa frente.</p>
<h3>E porque estou falando disso?</h3>
<p>É complicado quando estamos apenas &#8220;tentando acompanhar&#8221; a evolução da IA, com o tanto de oferta para integrar essas ferramentas no seu fluxo de decisão estratégico&#8230;</p>
<p>TIvemos sorte de viver isso, o ano de 2025 consolidou uma mudança clara: saímos da curiosidade para a utilidade prática. Mas, com milhares de apps surgindo semanalmente, o ruído pode ser ensurdecedor. Por isso compartilho esse guia que faz uma curadoria precisa do que realmente importa hoje.</p>
<p>De LLMs avançados que agora possuem raciocínio lógico apurado a ferramentas de criação visual que estão redefinindo o marketing digital, contudo, o foco mudou para a interoperabilidade. Não basta usar a IA; é preciso saber qual peça se encaixa em qual parte do seu processo.</p>
<p>Para facilitar sua navegação, destaquei três grupos que achei mais interessantes do guia:</p>
<p><strong>Grandes Modelos de Linguagem + Raciocínio (LLMs):</strong></p>
<ul>
<li><strong><em>Ferramentas:</em></strong> ChatGPT-5.1, Gemini 3, Claude 4.5.</li>
<li><strong><em>Funcionalidades:</em></strong> Atuam como assistentes universais para resolução de problemas complexos. Fazem análise de grandes volumes de dados (com janelas de contexto de milhões de tokens) e automação de tarefas baseadas em texto e código.</li>
</ul>
<p><strong>Criação e Geração Visual (Multimodal):</strong></p>
<ul>
<li><em><strong>Ferramentas:</strong></em> Midjourney v7, Sora 2, Runway Gen-4.</li>
<li><em><strong>Funcionalidades:</strong></em> Transformam prompts simples em imagens artísticas de alta resolução e vídeos cinematográficos. Permitindo que marcas e criadores produzam conteúdo visual de nível profissional em minutos, sem equipes de produção tradicionais.</li>
</ul>
<p><strong>Produtividade e Gestão Inteligente:</strong></p>
<ul>
<li><em><strong>Ferramentas:</strong></em> Notion AI, Otter.ai, Motion.</li>
<li><em><strong>Funcionalidades:</strong></em> Focam na organização do dia a dia. Automatizam a transcrição e o resumo de reuniões, organizando bases de conhecimento e gerenciando calendários de forma autônoma para priorizar tarefas de alto valor.</li>
</ul>
<p>Te convido a ler o relatório completo da Towards AI aqui neste link: <a class="ng-star-inserted" href="https://pub.towardsai.net/top-ai-tools-of-2025-a-beginner-friendly-guide-to-the-best-ai-apps-4d520a15edb0" target="_blank" rel="noopener">https://pub.towardsai.net/top-ai-tools-of-2025-a-beginner-friendly-guide-to-the-best-ai-apps-4d520a15edb0</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://diegonogare.net/2026/01/micro-blog-catadao-de-ferramentas-de-ia-de-2025/">[Micro-blog] Catadão de ferramentas de IA de 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://diegonogare.net">Diego Nogare</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Conhece o CAIO? Ele é o Chief AI Officer!</title>
		<link>https://diegonogare.net/2025/01/conhece-o-caio-ele-e-o-chief-ai-officer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nogare]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 01:04:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[CAIO]]></category>
		<category><![CDATA[Chief AI Officer]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia de IA]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[IA Generativa]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação em IA]]></category>
		<category><![CDATA[inteligencia artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança em IA]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Inteligência Artificial (IA) está presente em nossas vidas de maneira impressionante, porém, muita coisa a gente nem se dá conta de tão cotidiana que é. Desde algoritmos que personalizam as recomendações até assistentes virtuais ou mais recentes como ChatGPT, a tecnologia impacta nosso dia a dia. Além disso, a IA Generativa, como ferramentas de...</p>
<p>O post <a href="https://diegonogare.net/2025/01/conhece-o-caio-ele-e-o-chief-ai-officer/">Conhece o CAIO? Ele é o Chief AI Officer!</a> apareceu primeiro em <a href="https://diegonogare.net">Diego Nogare</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Inteligência Artificial (IA) está presente em nossas vidas de maneira impressionante, porém, muita coisa a gente <a href="https://diegonogare.net/2020/01/uso-da-inteligencia-artificial-no-cotidiano/" target="_blank" rel="noopener">nem se dá conta de tão cotidiana que é</a>. Desde algoritmos que personalizam as recomendações até assistentes virtuais ou mais recentes como ChatGPT, a tecnologia impacta nosso dia a dia. Além disso, a IA Generativa, como ferramentas de criação de imagens com tecnologias de Stable Diffusion ou de textos com GPT, redefiniram a forma como interagimos com máquinas e consumimos conteúdo digital (<em>em breve vou compartilhar em post um ensaio que escrevi sobre isso!</em>). Nesse cenário, surge um novo papel no mundo corporativo: o Chief AI Officer (CAIO). Este executivo é peça nova na sopa de letrinhas corporativa e vem para conduzir as empresas no uso responsável da IA, garantindo que os benefícios sejam maximizados e os riscos minimizados.</p>
<blockquote><p>Preciso falar isso e me desculpar contigo, estou tentando fazer algum trocadilho com a sigla da profissão em inglês e o nome próprio que temos no Brasil, mas não consegui nada melhor que o título. Sorry! rss</p></blockquote>
<h2>O papel estratégico do Chief AI Officer</h2>
<p>O CAIO supervisiona as iniciativas de IA de forma macro em toda a organização, com foco no uso ético da inteligência artificial. Tem o desafio de alinhar as estratégias de IA com os objetivos de negócios, garantindo a conformidade com as regulamentações. Além de ter experiência para lidar com desafios imprevistos (e são muitos), ajudando as empresas a evitarem projetos de risco que possam prejudicar os clientes. Porém, o CAIO não é apenas um título de moda, mas um papel essencial para organizações que acreditam no potencial da IA.</p>
<p>Esse profissional também precisa acompanhar as tendências que estão surgindo rapidamente. Tem que saber lidar com <em>Retrieval Augmented Generation </em>(RAG), Agentes, Sistemas Multi-agentes e <em>Small Language Models</em> (SLM) além do <em>Large Language Model</em> (LLM). Isso só para dizer algumas tecnologias que surgiram recentemente, e a lista só cresce (<a href="https://diegonogare.net/2025/01/fique-atualizado-usando-feeds-rss-o-segredo-das-atualizacoes/" target="_blank" rel="noopener">eu me atualizo das novidades usando essa ferramenta</a>)&#8230; Assim, o CAIO garante que a organização esteja alinhada às inovações tecnológicas e preparada para o futuro.</p>
<h2>Habilidades Essenciais para um CAIO</h2>
<p>Um Chief AI Officer deve ter uma combinação de habilidades técnicas e de negócios. Primeiramente, é importante entender os fundamentos da IA, embora não seja necessário ser um <em>coder</em>. Além disso, ter experiência prática na construção de modelos de machine learning é um diferencial bem positivo. Conhecer ML dá confiança ao CAIO para gerenciar as oportunidades de suas equipes, uma vez que elas enfrentarão esses desafios no dia a dia. Ou seja, ele deve equilibrar conhecimento técnico com visão estratégica, impulsionando iniciativas de IA e gerando valor para a organização.</p>
<p>Outro ponto importante é que precisa traduzir tópicos complexos de IA para diferentes públicos, desde time técnico até para executivos. Também, é essencial ter familiaridade com números e finanças para gerenciar orçamentos de projetos de IA, uma vez que terá reuniões para explicar o P&amp;L da área. Nesse sentido, habilidades de liderança são indispensáveis para construir equipes de alto desempenho e criar uma cultura que incentive a experimentação. Inclusive, encontrar o equilibrio entre entregas e experimentação (quase que orçamento a fundo perdido) é um desafio para o CAIO.</p>
<h2>A Importância da Integração da IA nos Negócios</h2>
<p>Primeiramente, a integração da IA nos negócios é um desafio por si só. Adicionando a ansiedade das áreas de negócios em ter IA em absolutamente tudo, esse desafio aumenta exponencialmente. Nenhum modelo de IA será útil se não for incorporado aos processos e fluxos de trabalho da empresa, não devemos fazer tech-by-tech, é importante sempre termos a visão do benefício real que aquele projeto irá trazer para o negócio e os clientes. Nesse sentido, o CAIO atua como um orquestrador, garantindo que os modelos sejam implantados e utilizados pelas áreas de negócios.</p>
<p>Ademais, três fatores afetam a adoção da IA: <strong>falta de compreensão</strong>, <strong>medo</strong> e <strong>desconfiança</strong>. Para enfrentar estes fatores, o CAIO deve criar programas de conscientização que esclareçam os benefícios e limitações da tecnologia. Por fim, ele também é responsável por garantir a confiança na IA, construindo dados confiáveis e pipelines robustas.</p>
<h2>Para encerrar</h2>
<p>Em suma, o Chief AI Officer é um líder (talvez hoje seja indispensável) para as empresas que desejam adotar a IA de forma responsável e escalável. Ele deve combinar habilidades técnicas, de negócios e de liderança. Portanto, cabe ao CAIO, alinhar a estratégia de IA com os objetivos organizacionais, garantir a adoção da tecnologia e promover práticas éticas.</p>
<p>Você pode fazer este <a href="https://www.linkedin.com/learning-login/share?forceAccount=false&amp;redirect=https%3A%2F%2Fwww.linkedin.com%2Flearning%2Fbecoming-a-chief-ai-officer%3Ftrk%3Dshare_ent_url%26shareId%3DSABWuKhtSrqY3YZFXSvd2g%253D%253D" target="_blank" rel="noopener">curso de 1h no Linkedin Learning</a>. Eu fiz, e pude escrever esse texto que você está lendo com as anotações que tomei. Muitas das coisas são padrões de C-Level, que fazemos normalmente, o que senti do Chief AI Officer é que o foco fica mais direcionado para as frentes de IA, o que já era de se esperar, né!</p>
<p>Bons estudos!</p>
<blockquote><p>Imagem de capa criada com Grok, a partir do prompt: &#8220;Faça uma imagem como reprodução da capa do jogo GTA San Andreas com o personagem de frente com uma tatuagem estilizada escrito CAIO gigante na barriga. Deixe a imagem em estilo ilustração digital, faça ela ficar o mais parecida com o GTA possível&#8221;</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Temos mais de 3200 usuários no Sagemaker Studio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diego Nogare]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2024 13:22:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[AWS]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing]]></category>
		<category><![CDATA[Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[MLOps]]></category>
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		<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Itaú Unibanco, maior instituição financeira da América Latina, está revolucionando seus serviços bancários por meio da transformação digital. Em parceria com a Amazon Web Services (AWS), o banco aprimorou a disponibilidade de suas aplicações para ciência de dados, atendendo o <em>time to marketing</em> e melhorando a experiência em entregar soluções de inteligência artificial para nossos clientes na ponta. Isso pode ser visto como reflexo em mais de 3200 usuários no Sagemaker Studio, o ambiente de desenvolvimento de modelos de ciência de dados oferecido pela AWS.</p>
<h2>Modernização Bancária na Nuvem</h2>
<p>O Itaú está na vanguarda da inovação bancária, a fim de aproveitar as capacidades de computação em nuvem, podemos oferecer serviços mais ágeis e personalizados. A parceria com fornecedores de <em>cloud</em> nos ajudou a impulsionar a transformação digital, com impacto positivo na experiência de nossos clientes.</p>
<p>O banco percebeu que seus clientes buscavam cada vez mais serviços online, e para resolver isso, era preciso entender <a href="https://aws.amazon.com/pt/solutions/case-studies/itau-keynote/" target="_blank" rel="noopener">as necessidades de seus clientes</a>. Assim, para atender a essa demanda, o banco concentrou-se na modernização de suas aplicações bancárias. Utilizamos soluções como <em>Amazon CloudWatch</em> e <em>AWS Fargate</em>, assim o <a href="https://aws.amazon.com/pt/solutions/case-studies/itau-video-case-study/" target="_blank" rel="noopener">Itaú fortaleceu a resiliência</a> de suas aplicações. Isso ajudou a garantir que os clientes tenham acesso contínuo e seguro aos serviços bancários, que é um dos nossos pilares de tecnologia.</p>
<h2>Temos mais de 3200 usuários no Sagemaker Studio</h2>
<p>A fim de contar a história da transformação digital também no mundo de ciência de dados, estamos construindo a plataforma <em><strong>IARA &#8211; Itaú Advanced Resources for Analytics</strong></em>. Essa plataforma atende a jornada fim a fim da experiência de desenvolvimento do ciclo de vida de modelos, passando por todas as etapas. Desenvolvimento, publicação e monitoramento de modelos. Contamos um pouco do desafio no <em>paper</em> publicado na <a href="https://sol.sbc.org.br/index.php/cbsoft_estendido/article/view/22303" target="_blank" rel="noopener">CBSoft 2022 &#8211; Congresso Brasileiro de Software</a> promovido pela Sociedade Brasileira de Computação.</p>
<p>Publicamos, recentemente, um caso de sucesso do Itaú junto à AWS para contar mais um pouco dessa história. Particularmente foi uma experiência super interessante para minha carreira, porque pudemos contar sobre a <a href="https://aws.amazon.com/pt/solutions/case-studies/itau-ml-case-study/" target="_blank" rel="noopener">nossa jornada de transformação digital da ciência de dados dentro do Itaú</a>.</p>
<p>E não só fizemos a <a href="https://aws.amazon.com/pt/solutions/case-studies/itau-ml-case-study/" target="_blank" rel="noopener">publicação do case no portal da AWS</a>, como também apresentamos o case para o time de produtos do Sagemaker. Pudemos explicar os nossos desafios e demos <em>feedbacks</em> sobre a experiência. Assim, também, reforçamos a importância da parceria e da evolução constante da plataforma da AWS e do Itaú.</p>
<figure id="attachment_3843" aria-describedby="caption-attachment-3843" style="width: 450px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-3843" src="https://i0.wp.com/diegonogare.net/wp-content/uploads/2024/04/screen_sagemaker.png?resize=450%2C247&#038;ssl=1" alt="Compartilhamento de tela de apresentação do Sagemaker Studio" width="450" height="247" srcset="https://i0.wp.com/diegonogare.net/wp-content/uploads/2024/04/screen_sagemaker.png?resize=300%2C165&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/diegonogare.net/wp-content/uploads/2024/04/screen_sagemaker.png?resize=1024%2C562&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/diegonogare.net/wp-content/uploads/2024/04/screen_sagemaker.png?resize=768%2C421&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/diegonogare.net/wp-content/uploads/2024/04/screen_sagemaker.png?resize=1536%2C843&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/diegonogare.net/wp-content/uploads/2024/04/screen_sagemaker.png?w=1600&amp;ssl=1 1600w, https://i0.wp.com/diegonogare.net/wp-content/uploads/2024/04/screen_sagemaker.png?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /><figcaption id="caption-attachment-3843" class="wp-caption-text">Compartilhamento de tela de apresentação do Sagemaker Studio</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para complementar um pouco essa história, te convido a ler estes textos: <a href="https://diegonogare.net/2021/05/automatizar-a-publicacao-do-seu-modelo-com-mlops/" target="_blank" rel="noopener">Automatizar a publicação do seu modelo com MLOps</a> e <a href="https://diegonogare.net/2024/01/mlops-e-engenharia-de-machine-learning-descomplicados/" target="_blank" rel="noopener">MLOps e Engenharia de Machine Learning descomplicados</a>. Nesse sentido, os textos foram publicados no blog para te ajudar a entender a disciplina de MLOps e Engenharia de Machine Learning. Também contamos <a href="https://medium.com/itautech/como-%C3%A9-atuar-na-engenharia-de-machine-learning-do-ita%C3%BA-c1c84a0c45c8" target="_blank" rel="noopener">como é atuar na engenharia de Machine Learning do Itaú</a>, que inclusive ajuda pessoas interessadas à trabalhar na área a se preparar tecnicamente. Não deixe de acompanhar esses materiais!</p>
<p>O post <a href="https://diegonogare.net/2024/04/temos-mais-de-3200-usuarios-no-sagemaker-studio/">Temos mais de 3200 usuários no Sagemaker Studio</a> apareceu primeiro em <a href="https://diegonogare.net">Diego Nogare</a>.</p>
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