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	<title>Arquivos TechNet - Diego Nogare</title>
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	<description>Consultor Executivo de IA &#38; ML</description>
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	<title>Arquivos TechNet - Diego Nogare</title>
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		<title>Perdi minha VM do SQL Server no Azure, e agora?!</title>
		<link>https://diegonogare.net/2014/03/perdi-minha-vm-do-sql-server-no-azure-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nogare]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2014 03:31:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fala galera, a idéia deste post é mostrar uma forma de trabalho em um cenário no qual ocorre um desastre no ambiente de IaaS do Azure, e, por consequência, o ambiente para de funcionar. A solução que proponho é criar uma outra máquina virtual, atachar o disco do servidor que deu problema e recuperar os...</p>
<p>O post <a href="https://diegonogare.net/2014/03/perdi-minha-vm-do-sql-server-no-azure-e-agora/">Perdi minha VM do SQL Server no Azure, e agora?!</a> apareceu primeiro em <a href="https://diegonogare.net">Diego Nogare</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fala galera, a idéia deste post é mostrar uma forma de trabalho em um cenário no qual ocorre um desastre no ambiente de IaaS do Azure, e, por consequência, o ambiente para de funcionar.</p>
<p>A solução que proponho é criar uma outra máquina virtual, atachar o disco do servidor que deu problema e recuperar os dados do ambiente antigo. Parece simples, e realmente é, mas este processo simples pode salvar algumas noites de sono!</p>
<p>A primeira coisa para simular este ambiente será criar uma Storage que receberá os armazenamentos.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image9-1.png"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" title="image" style="border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px" border="0" alt="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image_thumb9-2.png?resize=550%2C160" width="550" height="160"></a></p>
<p>O próximo passo é criar uma máquina virtual de acordo com suas necessidades. Para este teste foi criada uma máquina de tamanho Média (A2), que possui 2 cores e 3.5GB de memória. <a href="http://www.windowsazure.com/pt-br/pricing/details/virtual-machines/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja neste link o custo das máquinas virtuais do Azure</a>. Segundo as definições <a href="http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/windowsazure/dn197896.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">encontradas neste outro link</a>, é possível trabalhar com até 4 discos de 1TB de dado em cada, chegando a 500 <a href="http://www.marcelosincic.com.br/blog/post/O-que-e-e-como-calcular-IOPS-(Exchange-SQL-SharePoint-etc).aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">IOPS</a> em cada disco.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image10-2.png"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" title="image" style="border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px" border="0" alt="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image_thumb10-1.png?resize=550%2C179" width="550" height="179"></a></p>
<p>Para simular o problema não é necessário uma máquina grande, nem com edição Enterprise do SQL Server, então foi montada com a edição Standard mesmo, e no Windows Server 2008 R2.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image11-2.png"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" title="image" style="border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px" border="0" alt="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image_thumb11-1.png?resize=550%2C234" width="550" height="234"></a></p>
<p>Após escolher o tipo da maquina virtual na galeria, garanta que o armazenamento será o mesmo que foi criado anteriormente. Isso permitirá a manipulação dos discos entre as máquinas.</p>
<p>O objetivo não é mostrar a configuração ou utilização do SQL Server no Azure, e sim o processo de desastre do ambiente. <a href="http://www.rodolfofadino.com.br/2013/08/configurando-a-conexao-remota-do-sql-server-em-uma-maquina-virtual-no-azure/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Se você precisa configurar o SQL Server para ser acessado através do Azure, veja este post do Rodolfo Fadino explicando como fazer</a>.</p>
<p>Reparem que existe o banco de dados AdventureWorks2012 no ambiente, e é este banco de dados que vamos recuperar nesta simulação.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image3-2.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" title="image" style="border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; background-image: none; border-bottom-width: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border-top-width: 0px" border="0" alt="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image_thumb3-1.png?resize=550%2C435" width="550" height="435"></a></p>
<p>Para quebrar o ambiente, vou remover alguns arquivos. Praticamente apaguei alguns arquivos da pasta System e System32, o arquivo BootStat.dat que ficam dentro da pasta Windows e também o arquivo bootmgr que é um arquivo de Inicialização. Ao tentar reiniciar o servidor, ele não sobe porque alguns arquivos estão indisponíveis. Pronto, este é nosso desastre! O objetivo do post é resolver este problema para reacessar o SQL Server.</p>
<p>A proposta do que precisa ser feito para recuperar o ambiente é criar uma nova máquina virtual, pode ser a mesma configuração utilizada no outro ambiente. O importante é ter o SQL Server para recuperar os dados do banco.</p>
<p>Durante a criação da nova VM, é importante escolher a mesma conta de armazenamento (Storage) que registrou na primeira VM. Isso porque o disco está armazenado lá.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image12-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" title="image" style="border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px" border="0" alt="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image_thumb12-1.png?resize=250%2C246" width="250" height="246"></a></p>
<p>Após alguns instantes, seu ambiente terá uma nova máquina virtual, e será possível acessá-la. Ao fazer isso, você terá os dois discos padrões do ambiente, um com o Sistema Operacional e os programas e outro com seu Storage Temporário.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image5-2.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" title="image" style="border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; background-image: none; border-bottom-width: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border-top-width: 0px" border="0" alt="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image_thumb5-1.png?resize=550%2C186" width="550" height="186"></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao voltar ao gerenciador de máquinas virtuais, é preciso excluir a máquina danificada para liberar o registro do VHD, e então continuar com a configuração. Para isso, selecione a máquina com problema, aponte para Excluir e em seguida escolha Manter os discos conectados. </p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image13-2.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" title="image" style="border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px" border="0" alt="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image_thumb13-1.png?resize=550%2C241" width="550" height="241"></a></p>
<p>Após a exclusão, o disco não estará associado à nenhuma máquina virtual mas ainda não está disponível para ser reutilizado. Lembra que o ambiente é criado com dois discos, um pro SO e outro para o Storage Temporário. Então, este storage temporário deve ser apagado. Acesse o Storage que foi criado para armazenar os discos, vá até o repositório de VHDs e selecione o VHD da primeira VM que possui o .status no final. Ao selecionar este VHD, pode clicar em Excluir.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image14-2.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" title="image" style="border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px" border="0" alt="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image_thumb14-1.png?resize=550%2C112" width="550" height="112"></a></p>
<p>Também é preciso excluir o serviço de nuvem desta maquina danificada, pois o disco está associado à este serviço. Exclua o serviço apontando para o menu Cloud Services, marque a primeira VM e clique em Delete.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image15-2.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" title="image" style="border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px" border="0" alt="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image_thumb15-1.png?resize=550%2C286" width="550" height="286"></a></p>
<p>Pronto, agora o disco está disponível para se trabalhar.</p>
<p>Para incluir o disco danificado na nova VM, mantenha-se no gerenciador de VMs do Azure, acesse as configurações desta segunda máquina virtual, a nova, e então vá até o menu Disks.</p>
<p>Para não ter problemas com nenhuma sugeira do ambiente antigo garanta que o disco não está associado a nenhuma outra máquina virtual. Você pode verificar isso no menu Disk ao lado do menu Images (antes de associar à nova VM).</p>
<p>Faça o processo para apagar a associação do disco da maquina virtual 1 com qualquer VM existente. Mas cuidado para não apagar o VHD do storage. Depois crie novamente o disco com o nome sugestivo, e garanta que não está marcada a opção de ser um disco com Sistema Operacional. No final, seus discos estarão assim:</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image16-2.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" title="image" style="border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px" border="0" alt="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image_thumb16-1.png?resize=550%2C124" width="550" height="124"></a></p>
<p>Voltando às configurações de Maquina Virtual, selecione a VM que vai receber o novo disco e então clique em Attach e aponte para Attach Disk. Neste caso não será um disco vazio, e sim um disco.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image17-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" title="image" style="border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px" border="0" alt="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image_thumb17-1.png?resize=250%2C189" width="250" height="189"></a></p>
<p>Veja que nas opções para incluir um novo disco, nos discos disponíveis, já aparece o nome que foi criado a pouco. No meu caso, chamei de DiscoDanificado. </p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image18-2.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" title="image" style="border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px" border="0" alt="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image_thumb18-1.png?resize=250%2C149" width="250" height="149"></a></p>
<p>Ao confirmar, o Azure fará a configuração deste novo disco no ambiente. Após alguns instantes será possível acessar a VM novamente e encontrar o disco disponível.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image19-2.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" title="image" style="border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px" border="0" alt="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image_thumb19-2.png?resize=550%2C225" width="550" height="225"></a></p>
<p>A partir deste disco é só procurar e recuperar os arquivos de dados do SQL Server, neste caso, o AdventureWorks2012_Data e AdventureWorks2012_Log.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image20-2.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" title="image" style="border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px" border="0" alt="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image_thumb20-2.png?resize=550%2C213" width="550" height="213"></a></p>
<p>Ao copiar os arquivos de Dados e de Log para o ambiente correto, você pode atachar os arquivos ao SQL Server e então seu novo ambiente estará disponível para continuar trabalhando com seus bancos de dados.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image21-2.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" title="image" style="border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px" border="0" alt="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/03/image_thumb21-1.png?resize=550%2C401" width="550" height="401"></a></p>
<p>Espero que isso possa lhe salvar algumas horas (ou dias) de sono!</p>
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		<title>Primeiros passos com BigData–MVPShowCast 2013</title>
		<link>https://diegonogare.net/2014/03/primeiros-passos-com-bigdatamvpshowcast-2013/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nogare]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2014 20:05:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fala galera, em 2013 fui convidado à participar do MVPShowCast para falar sobre BigData. Veja o post falando sobre isso. Sim, está faltando a apresentação na trilha de BI. Aconteceram alguns problemas na época e não pude fazer a apresentação. Para quem não pode acompanhar no dia, segue o vídeo e os slides utilizados para...</p>
<p>O post <a href="https://diegonogare.net/2014/03/primeiros-passos-com-bigdatamvpshowcast-2013/">Primeiros passos com BigData–MVPShowCast 2013</a> apareceu primeiro em <a href="https://diegonogare.net">Diego Nogare</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fala galera, em 2013 fui convidado à participar do MVPShowCast para falar sobre BigData. <a href="https://diegonogare.net/2013/10/mvp-showcast-2013-evento-online-gratuito/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja o post falando sobre isso</a>. </p>
<blockquote>
<p>Sim, está faltando a apresentação na trilha de BI. Aconteceram alguns problemas na época e não pude fazer a apresentação.</p>
</blockquote>
<p>Para quem não pode acompanhar no dia, segue o vídeo e os slides utilizados para a apresentação.</p>
<p>Vídeo:</p>
<div id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:7f347c9d-6bf0-429f-9a10-8346bcc0e2e8" class="wlWriterEditableSmartContent" style="float: none; padding-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin: 0px; display: inline; padding-right: 0px">
<div><object width="515" height="289"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/rW0TAz4ZUSM?hl=en&amp;hd=1"></param></object></div>
<div style="width:515px;clear:both;font-size:.8em">HDInsight – Primeiros passos com BigData</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Slides:</p>
<p><iframe loading="lazy" style="margin-bottom: 5px; max-width: 100%; border-top: #ccc 1px solid; border-right: #ccc 1px solid; border-bottom: #ccc 0px solid; border-left: #ccc 1px solid" height="421" marginheight="0" src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/28636703" frameborder="0" width="512" marginwidth="0" scrolling="no" allowfullscreen> </iframe> </p>
<div style="margin-bottom: 5px"><strong><a title="MVPShowCast - HDInsight Primeiros Passos com BigData" href="https://pt.slideshare.net/DiegoNogare/mvpshowcast-hdinsight-primeiros-passos-com-bigdata" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MVPShowCast &#8211; HDInsight Primeiros Passos com BigData</a> </strong>from <strong><a href="http://www.slideshare.net/DiegoNogare" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Diego Nogare</a></strong> </div>
<div style="margin-bottom: 5px">&nbsp;</div>
<div style="margin-bottom: 5px">Bons estudos!</div>
<p>O post <a href="https://diegonogare.net/2014/03/primeiros-passos-com-bigdatamvpshowcast-2013/">Primeiros passos com BigData–MVPShowCast 2013</a> apareceu primeiro em <a href="https://diegonogare.net">Diego Nogare</a>.</p>
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		<title>Features do SQL Server Analysis Services 2012</title>
		<link>https://diegonogare.net/2014/02/features-do-sql-server-analysis-services-2012/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nogare]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2014 20:29:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fala Galera, acabamos de fazer mais uma apresentação para o Codificando Live, sobre foi sobre Features do SQL Server Analysis Services. Foram apresentadas features que nem sempre são utilizadas pelos desenvolvedores de BI… São assuntos como Cálculos de Measures, KPIs, Traduções e Perspectivas. Assista Ouça o vídeo: Acompanhe os slides: Codificando Live &#8211; Features do...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fala Galera, acabamos de fazer mais uma apresentação para o <a href="http://live.codificando.net/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Codificando Live</a>, sobre foi sobre <a href="http://live.codificando.net/2014/02/edicao-27-features-do-ssas-2012/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Features do SQL Server Analysis Services</a>. Foram apresentadas features que nem sempre são utilizadas pelos desenvolvedores de BI… São assuntos como Cálculos de Measures, KPIs, Traduções e Perspectivas.</p>
<p><strike>Assista</strike> Ouça o vídeo: <iframe loading="lazy" height="315" src="//www.youtube.com/embed/k0EeKs9hdlw" frameborder="0" width="560" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Acompanhe os slides: <iframe loading="lazy" style="margin-bottom: 5px; max-width: 100%; border-top: #ccc 1px solid; border-right: #ccc 1px solid; border-bottom: #ccc 0px solid; border-left: #ccc 1px solid" height="435" marginheight="0" src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/31044788" frameborder="0" width="560" marginwidth="0" scrolling="no" allowfullscreen> </iframe></p>
<div style="margin-bottom: 5px"><strong><a title="Codificando Live - Features do SQL Server Analysis Services" href="https://pt.slideshare.net/DiegoNogare/codificando-live-pt-br-ssas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Codificando Live &#8211; Features do SQL Server Analysis Services</a> </strong>from <strong><a href="http://www.slideshare.net/DiegoNogare" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Diego Nogare</a></strong> </div>
<p>&nbsp;</p>
<p>E pra você, foi util??</p>
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		<title>Integrar imagens no PowerPivot e Power View</title>
		<link>https://diegonogare.net/2014/01/integrar-imagens-no-powerpivot-e-power-view/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nogare]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2014 11:56:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fala galera, que o Power View é uma grande ferramenta interativa de relatórios não há duvidas, mas quem precisar juntar imagens aos gráficos e números consegue melhorar ainda mais a experiência do usuário… E o melhor, esse processo é bem simples de implementar. As imagens podem estar tanto no SQL Server quanto em uma URL....</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fala galera, que o <strong>Power View </strong>é uma grande ferramenta interativa de relatórios não há duvidas, mas quem precisar juntar imagens aos gráficos e números consegue melhorar ainda mais a experiência do usuário… E o melhor, esse processo é bem simples de implementar.</p>
<p>As imagens podem estar tanto no SQL Server quanto em uma URL. Pra exemplificar o processo, vou usar imagens que peguei na internet e subi aqui no blog. Vale lembrar que se colocar as imagens no seu SharePoint, é importante dar as permissões corretas na pasta.</p>
<p>Também é conhecido por todos que a origem de dados do Power View vem do <strong>PowerPivot</strong>, então é a partir de lá que vamos informar ao projeto que existe uma coluna do Model, que está representando uma imagem. Para isso, criei uma estrutura simples, com dados aleatórios, só pra representar duas tabelas e gerar alguma interação entre elas.</p>
<p>Vou criar ambas no Excel, depois adicionamos ao PowerPivot. A primeira tabela tem um <strong>ID</strong>, o <strong>Nome </strong>que quero representar à imagem, e o endereço da <strong>Imagem </strong>em si. A segunda tabela tem uma coluna pra <strong>Pedidos</strong>, outra pra total de <strong>Vendas</strong>, e uma terceira sendo um <strong>ID</strong> que vai relacionar este pedido e venda à uma das imagens.</p>
<p>Com as tabelas criadas no Excel é hora de adicionar ao Model do PowerPivot. Vou fazer isso manualmente porque não estou conectando em nenhuma base de dados, estou montando manualmente. Se você estiver conectado em alguma base, o processo é o mesmo, você só precisa pular este passo. Para isso, selecione a aba (<em>spreadsheet</em>) [<strong><span style="color: #ff0000;">1</span></strong>] e vá até a Ribbon do PowerPivot [<strong><span style="color: #ff0000;">2</span></strong>] e clique em <strong>Adicionar Ao Modelo de Dados </strong>[<strong><span style="color: #ff0000;">3</span></strong>]. Faça o mesmo processo para a segunda aba, para ambas serem adicionadas ao Model.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/01/image-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/01/image_thumb-2.png?resize=550%2C289" alt="image" width="550" height="289" border="0" /></a></p>
<p>Depois é preciso relacionar as colunas destas tabelas dentro do Model, para isso, vá até o item <strong>Exibição de Diagrama </strong>na tela de gerenciamento que se abriu. As tabelas serão apresentadas, então arraste a coluna da tabela filho (<em>vendas</em>) para a tabela pai (<em>perfil</em>).</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/01/image1-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/01/image_thumb1-2.png?resize=550%2C172" alt="image" width="550" height="172" border="0" /></a></p>
<p>Atenção aqui, este processo é necessário para informar ao Model que existe uma coluna do tipo Imagem, e pra isso, abra a Ribbon <strong>Avançado</strong> [<strong><span style="color: #ff0000;">1</span></strong>] no gerenciamento do PowerPivot e clique em <strong>Comportamento da Tabela </strong>[<strong><span style="color: #ff0000;">2</span></strong>]. Vale lembrar que precisa estar com a aba perfil selecionada, visto que é nesta tabela que temos a imagem.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/01/image2-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/01/image_thumb2-1.png?resize=550%2C140" alt="image" width="550" height="140" border="0" /></a></p>
<p>Na tela que se abrir, selecione a coluna <strong>Nome</strong> no combobox de Identificador de Linha, e selecione a <strong>Imagem</strong> na combobox de Imagem Padrão. Com estes dois simples passos, já é possível criar o Power View e vincular as imagens aos resultados.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/01/image3-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/01/image_thumb3-1.png?resize=550%2C394" alt="image" width="550" height="394" border="0" /></a></p>
<p>O próximo passo é voltar ao Excel e criar o Power View. Para isso, feche o gerenciamento do PowerPivot e vá até a Ribbon Inserir e procure o item Power View. Vale lembrar que você precisa ter o Silverlight instalado na máquina…</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/01/image4-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/01/image_thumb4-1.png?resize=550%2C105" alt="image" width="550" height="105" border="0" /></a></p>
<p>Dentro do PowerView você pode adicionar os ítens que gostaria de ver no relatório, e, ao colocar a Imagem (que é o nome da coluna que eu informei no Excel e no PowerPivot), o desenho do peixe surge na tela…</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/01/image5-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2014/01/image_thumb5-1.png?resize=250%2C267" alt="image" width="250" height="267" border="0" /></a></p>
<p>Agora é com vocês, adicionem imagens à seus relatórios e melhorem a experiência dos seus usuários, possibilitando a eles navegar em produtos (se for um relatório de produtos) ou países (se for um relatório que tiver este contexto). Enfim, o céu é o limite!</p>
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		<title>MVP ShowCast 2013 – Evento online gratuito</title>
		<link>https://diegonogare.net/2013/10/mvp-showcast-2013-evento-online-gratuito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nogare]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2013 13:21:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fala galera, do dia 04/11 a 13/12 vai rolar o MVP ShowCast 2013, neste ano contando com trilhas de DEV e  INFRA, em mais de 70 webcasts gratuitos durante este período! [Update &#8211; Adicionada mais uma sessão] Minha primeira sessão será dia 16/11 às 17h00, com o título: HDInsight: Primeiros passos com BigData. Quem vai...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fala galera, do dia <strong>04/11 a 13/12</strong> vai rolar o <a href="http://mvpshowcast.azurewebsites.net/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MVP ShowCast 2013</a>, neste ano contando com trilhas de <strong>DEV</strong> e  <strong>INFRA</strong>, em mais de 70 webcasts gratuitos durante este período!</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><em><strong>[Update &#8211; Adicionada mais uma sessão]</strong></em></span></p>
<p>Minha primeira sessão será dia <strong>16/11 às 17h00</strong>, com o título: <strong><em>HDInsight: Primeiros passos com BigData</em></strong>. Quem vai moderar minha sessão é <em><strong>Lucas Romão </strong></em>(<a href="http://lucasromao.azurewebsites.net/pt">blog</a> | <a href="https://twitter.com/LucasRomao" target="_blank" rel="noopener noreferrer">twitter</a>).</p>
<p>Minha segunda sessão será dia <strong>05/12 às 17h00</strong>, com o título: <strong><em>Iniciando seu projeto de BI com Excel e BISM no SSAS 2012</em></strong>. Quem vai moderar minha sessão é <em><strong>Felipe Ferreira </strong></em>(<a href="http://www.templar.com.br/blogs/felipe" target="_blank" rel="noopener noreferrer">blog</a> | <a href="https://twitter.com/SqlBoy" target="_blank" rel="noopener noreferrer">twitter</a>).</p>
<p>Siga as hashtags <strong>#mvpshowcast </strong>e <strong>#mvpbr</strong> nas redes sociais, e fique por dentro de tudo o que está acontecendo sobre as palestras antes, durante e depois do evento!</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/mvpshowcast.azurewebsites.net/Imagens/mvp-showcast-convite.png?resize=550%2C550" alt="Convite do MVP ShowCast 2013" width="550" height="550" /></p>
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		<title>Internacionalizando seu projeto de BI com o Translate do Analysis Services 2012</title>
		<link>https://diegonogare.net/2013/09/internacionalizando-seu-projeto-de-bi-com-o-translate-do-analysis-services-2012/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nogare]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2013 00:52:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[Informativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fala galera, quando trabalhamos com projetos de BI em uma empresa que pode ter usuários ao redor do mundo, faz total sentido nós traduzirmos a camada de apresentação de nossos membros, dimensões e measures, facilitando o entendimento e uso dos resultados pelo usuário final dentro de sua lingua materna. Esta necessidade é mais comum do...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/Translate-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border-width: 0px;" title="Translate" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/Translate_thumb-1.png?resize=550%2C156" alt="Translate" width="550" height="156" border="0" /></a></p>
<p>Fala galera, quando trabalhamos com projetos de BI em uma empresa que pode ter usuários ao redor do mundo, faz total sentido nós traduzirmos a camada de apresentação de nossos membros, dimensões e measures, facilitando o entendimento e uso dos resultados pelo usuário final dentro de sua lingua materna.</p>
<p>Esta necessidade é mais comum do que imaginamos, ainda mais neste ultimos anos, com a facilidade e expansão de se trabalhar remotamente para empresas extrangeiras. Conheço algumas pessoas que de suas casas fazem projetos internacionais, mesmo nunca tendo contato pessoal com seu empregador. Pode parecer estranho, mas acontece!</p>
<p>Neste post vou mostrar como criar essa “internacionalização” de projetos construídos no SSAS, e definindo quais termos serão usados na lingua do cliente e quais estarão fixos (sem tradução). Vale lembrar que a tradução é um mecanismo que altera a legenda e o rótulo da informação postada na tela, e não o dado em sí, isso significa que você não terá seus dados traduzidos, mas sim os titulos dos campos que ele representa.</p>
<p>Outro ponto importante é que uma tradução se dá pela definição de dois valores, um sendo o ID do idioma e o outro a tradução que aquele valor representa. O idioma padrão do devide (repare que não usei o termo computador propositalmente) que está consumindo os dados do cubo é fornecido através das configurações de localidade, que passa através do LCID (Locale ID – Identificador de Localidade) para a ferramenta cliente.</p>
<p>Vou seguir a partir do momento que você já tem um projeto de BI com o AdventureWorksDW2012 criado dentro do seu ambiente, e ele está funcionando.</p>
<p>Visualizando a Dim Product, pode-se ver a chave do produto (que não está visível para a ferramenta cliente), também os nomes da categoria, subcategoria e produto. Porém todos os ítens estão com seus nomes originais, em inglês.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image18-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image_thumb18-1.png?resize=330%2C173" alt="image" width="330" height="173" border="0" /></a></p>
<p>Esta visão da Dimensão já permite um tipo de tradução, que será aplicada diretamente à seus membros diretos, no caso, os campos listados acima. Repare na parte superior do da área de edição da Dimensão, a aba <strong>Translations</strong>. É nesta aba que vamos trabalhar para traduzir os termos.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image19-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image_thumb19-1.png?resize=330%2C67" alt="image" width="330" height="67" border="0" /></a></p>
<p>Clique no botão <strong>New Translation</strong> para adicionar uma nova coluna atrelada ao idioma que deseja escrever os termos. O ícone é um globo com duas setas.</p>
<p>Repare que adicionei o ítem para Portuguese  (Brazil) e então, todos os labels da Dimensão Produto passarão a ser plotados no cubo em Português, de acordo com os textos que eu escrevi. Portanto, se você escrever alguma tradução errada, ELE SERÁ ESCRITA DE FORMA ERRADA na tela do seu cliente.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image20-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image_thumb20-1.png?resize=330%2C223" alt="image" width="330" height="223" border="0" /></a></p>
<p>Depois de processar a Dimensão e o Cubo, seus labels ficarão apresentados de forma traduzida.</p>
<h2>Antes (original – Inglês)</h2>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image21-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image_thumb21-1.png?resize=240%2C169" alt="image" width="240" height="169" border="0" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Depois (Português)</h2>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image22-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image_thumb22-1.png?resize=200%2C216" alt="image" width="200" height="216" border="0" /></a></p>
<p>A mesma regra se aplica aos labels do Cubo, onde pode-se traduzir as dimensões, nome do cubo e as measures que exitem lá dentro. Vou traduzir as measures.</p>
<p>Reparem que neste caso, o ícone usado para adicionar uma tradução é o mesmo globo, mas ao invés de possuir as duas setas, ele tem um cubo em 3D</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image23-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image_thumb23-1.png?resize=550%2C259" alt="image" width="550" height="259" border="0" /></a></p>
<p>Na mesma instrução de antes, processamos o cubo e ao atualizar a ferramenta cliente, <em><strong>voilà</strong></em>, o dado está traduzido para o idioma local do cliente!</p>
<h2>Antes (original _ Inglês)</h2>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image24-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image_thumb24-1.png?resize=200%2C113" alt="image" width="200" height="113" border="0" /></a></p>
<h2>depois (português)</h2>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image25-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image_thumb25-1.png?resize=200%2C102" alt="image" width="200" height="102" border="0" /></a></p>
<p>Com isso, você consegue internacionalizar com pouco esforço seus projetos, e aumenta a satisfação de seus clientes, sejam eles internos ou externos! <strong><em>Au revoir monsieur!</em></strong></p>
<p>O post <a href="https://diegonogare.net/2013/09/internacionalizando-seu-projeto-de-bi-com-o-translate-do-analysis-services-2012/">Internacionalizando seu projeto de BI com o Translate do Analysis Services 2012</a> apareceu primeiro em <a href="https://diegonogare.net">Diego Nogare</a>.</p>
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		<title>Como criar uma measure calculada no SSAS 2012</title>
		<link>https://diegonogare.net/2013/09/como-criar-uma-measure-calculada-no-ssas-2012/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nogare]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2013 02:34:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fala galera, geralmente quando estamos criando nossos cubos, fazemos os calculos padrões baseados em sumarização convencional do próprio Analysis Services. Estas agregações podem ser SUM, AVG, MAX, MIN, COUNT, etc. Mas em alguns casos, precisamos calcular medidas que não são padrões, para isso, usamos o recurso de CALCULATIONS. Quando se fala de criar calculos específicos,...</p>
<p>O post <a href="https://diegonogare.net/2013/09/como-criar-uma-measure-calculada-no-ssas-2012/">Como criar uma measure calculada no SSAS 2012</a> apareceu primeiro em <a href="https://diegonogare.net">Diego Nogare</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/calculus-1.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border-width: 0px;" title="calculus" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/calculus_thumb-1.jpg?resize=550%2C284" alt="calculus" width="550" height="284" border="0" /></a></p>
<p>Fala galera, geralmente quando estamos criando nossos cubos, fazemos os calculos padrões baseados em sumarização convencional do próprio Analysis Services. Estas agregações podem ser <strong><em>SUM</em></strong>, <strong><em>AVG</em></strong>, <strong><em>MAX</em></strong>, <strong><em>MIN</em></strong>, <strong><em>COUNT</em></strong>, etc. Mas em alguns casos, precisamos calcular medidas que não são padrões, para isso, usamos o recurso de <strong><em>CALCULATIONS</em></strong>.</p>
<p>Quando se fala de criar calculos específicos, precisamos trabalhar com código <strong>MDX</strong> (<em><strong>M</strong>ulti<strong>D</strong>imensional e<strong>X</strong>pression</em>). É um pouco diferente do T-SQL que estamos acostumados no dia-a-dia, mas não se preocupe, com estes dois links de referência dá pra ter uma idéia de MDX:</p>
<p><a href="http://technet.microsoft.com/en-us/library/ms146020.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MDX Syntax Elements (MDX)</a></p>
<p><a href="http://technet.microsoft.com/en-us/library/ms145595.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MDX Language Reference (MDX)</a></p>
<p>Vamos criar um membro calculado que represente a Lucratividade de um produto, com base no Valor de Venda, Custo e Impostos. Destes valores citados, o <strong>Valor de Venda</strong>, <strong>Custo</strong> e <strong>Impostos</strong> já são itens calculados automaticamente pelas measures padrão do Analysis Services e nós vamos precisar criar somente o calculo da <strong>Lucratividade</strong>.</p>
<p>Vou entender que você sabe criar as measures convencionais, e para este exemplo, vou usar o <em><strong>AdventureWorksDW2012</strong></em>. Também entendo que você o conheça <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>Criei um projetinho simples com a Fato <em><strong>FactInternetSales</strong></em> que já possui alguns campos para nossas measures normais. Neste caso, vou usar somente as measures <strong><em>Total Product Cost</em></strong>, <em><strong>Sales Amount</strong></em> e <em><strong>Tax Amt</strong></em>. A parte de calculo se encontra dentro do arquivo .cube, na aba Calculations, como mostrado na imagem abaixo.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border-width: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image_thumb-1.png?resize=550%2C53" alt="image" width="550" height="53" border="0" /></a></p>
<p>Abrindo esta aba, veja do lado esquerdo o <strong><em>Script Organizer</em></strong> já com o <strong><em>CALCULATE </em></strong>feito. Logo abaixo, clique com o botão direito em uma parte vazia e aponte para <strong><em>New Calculated Member</em></strong>.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image1-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image_thumb1-1.png?resize=240%2C145" alt="image" width="240" height="145" border="0" /></a></p>
<p>Neste momento, uma tela se abre na área central, é onde você preenche os dados do cálculo. O mais importante é o campo <strong><em>Expression</em></strong>, onde você irá montar sua formula. Neste caso, como vamos montar a lucratividade, vamos fazer a conta da seguinte forma:</p>
<p><span style="font-family: 'Lucida Console';">( [Measures].[Sales Amount] &#8211; ( [Measures].[Total Product Cost] + [Measures].[Tax Amt] ) ) / [Measures].[Sales Amount]</span></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image2-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image_thumb2-1.png?resize=550%2C298" alt="image" width="550" height="298" border="0" /></a></p>
<p>Para facilitar sua vida, você pode arrastar os ítens que estão nas suas <strong><em>Measures </em></strong>para o campo <strong><em>Exmpression</em></strong> e ele já monta no formato que o <strong><em>MDX</em></strong> entende.</p>
<p>Isso não significa que esta é a única formula que você deve customizar no seu projeto, este é só um exemplo, você vai analisar sua necessidade e fazer sua conta!</p>
<p>Os outros campos você preenche de forma intuitiva, colocando o nome do seu calculo entre colchetes no campo <strong><em>Name</em></strong>; Este nome será refletido dentro da Measure. Veja as setinhas onde ele impacta.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image3-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image_thumb3-1.png?resize=550%2C298" alt="image" width="550" height="298" border="0" /></a></p>
<p>Escolhendo a opção de Measures no <strong><em>Parent Hierarchy</em></strong>; Este item pode conter outras Measure Groups, e você precisará selecionar outro item, caso queira mudar de lugar.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image4-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image_thumb4-1.png?resize=550%2C298" alt="image" width="550" height="298" border="0" /></a></p>
<p>Alterando a formatação do campo para “Percent” no<strong><em> Format String</em></strong>, para o dado ser plotado como um percentual.</p>
<p>E por fim Selecionando qual <strong><em>Measure Group</em></strong> você vai atrelar ao seu calculo, na opção de <strong><em>Associated Measure Group</em></strong>.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image5-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image_thumb5-1.png?resize=550%2C298" alt="image" width="550" height="298" border="0" /></a></p>
<p>Depois destas configurações, você terá uma imagem como esta abaixo. Em amarelo estão marcados todos os pontos que usamos para realizar este procedimento.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image6-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image_thumb6-1.png?resize=550%2C298" alt="image" width="550" height="298" border="0" /></a></p>
<p>Se a fórmula que você criou funcionar e você processar o cubo, na sua análise você conseguirá consumir informações da lucratividade (ou Margem de Lucro, como quiser).</p>
<p>Reparem que na análise, caso você tenha uma hierarquia de membros, quando um membro está “agrupado” o próprio servidor OLAP se encarrega de sumarizar os valores que estão dentro daquele grupo específico e lhe apresenta o resultado sumarizado. Veja o valor da categoria <strong><em>Accessories</em></strong>, depois veja da sub-categoria <strong><em>Road Bikes</em></strong> e por fim dos objetos <strong><em>Road-150 Red</em></strong> e <strong><em>Road-250 Black</em></strong>.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image7-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/09/image_thumb7-1.png?resize=330%2C292" alt="image" width="330" height="292" border="0" /></a></p>
<p>Fazendo o calculo uma única vez, sempre que precisar recuperar aquele valor, é só arrastar para sua análise como uma <strong><em>Measure</em></strong> convencional da sua <strong><em>Measure Group</em></strong>.</p>
<p>Agora é contigo e com os códigos MDX. Bons calculos!</p>
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		<title>I’m Speaking at SQL Saturday #245 – Rio de Janeiro</title>
		<link>https://diegonogare.net/2013/07/im-speaking-at-sql-saturday-245-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nogare]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2013 14:50:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fala galera, ontem saiu a grade de palestras do SQL Sat #245 no Rio de Janeiro. A minha palestra sobre “Por onde começar no BigData??” foi aceita e estou às 2h45PM na Track 3, tendo minha palestra no mesmo horário da palestra do Fabiano Amorim (Blog &#124; Twitter) e do Dennes Torres (Site &#124; Twitter)....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="float: left; margin: 0px 10px 0px 0px; display: inline" align="left" src="https://i0.wp.com/www.bufaloinfo.com.br/logo/sqlsat245_speaking.png?resize=200%2C156" width="200" height="156">Fala galera, ontem saiu a <a href="http://www.sqlsaturday.com/245/schedule.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">grade de palestras</a> do SQL Sat #245 no Rio de Janeiro. A minha palestra sobre “<a href="http://www.sqlsaturday.com/viewsession.aspx?sat=245&amp;sessionid=16464" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Por onde começar no BigData??</a>” foi aceita e estou às 2h45PM na Track 3, tendo minha palestra no mesmo horário da palestra do <strong>Fabiano Amorim</strong> (<a href="http://blogfabiano.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Blog</a> | <a href="https://twitter.com/mcflyamorim/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Twitter</a>) e do <strong>Dennes Torres</strong> (<a href="http://www.bufaloinfo.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Site</a> | <a href="https://twitter.com/Dennes" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Twitter</a>). Espero que a palestra no mesmo horário que estes 2 monstros do SQL Server, ainda sobre alguém pra assistir minha sessão.</p>
<p>É uma grande honra pra mim ter minha sessão aprovada para o evento. A marca SQL Saturday é um dos maiores eventos (se não for o MAIOR) focados em SQL Server do Brasil, e pela grade de submissões, ter a minha palestra aceita, é uma grande conquista! Quem conhece o evento e acompanhou os titulos e palestrantes que enviaram sugestões de palestras, sabe do que estou falando.</p>
<p>Nos vemos no Rio de Janeiro em 31/Agosto/2013 =)</p>
<p>O post <a href="https://diegonogare.net/2013/07/im-speaking-at-sql-saturday-245-rio-de-janeiro/">I’m Speaking at SQL Saturday #245 – Rio de Janeiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://diegonogare.net">Diego Nogare</a>.</p>
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		<title>Criando seu servidor de HDInsight no Azure</title>
		<link>https://diegonogare.net/2013/07/criando-seu-servidor-de-hdinsight-no-azure/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nogare]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2013 22:15:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fala galera, o conceito de BigData está cada vez mais próximo à realidade de todas as empresas… Inclusive aqui no blog já postei algumas coisas sobre o assunto, então não vou entrar em nada conceitual ou teórico. A idéia neste momento é mostrar como se faz para criar um servidor completo no Azure para se...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fala galera, o conceito de BigData está cada vez mais próximo à realidade de todas as empresas… Inclusive aqui no blog já postei algumas coisas sobre o assunto, então não vou entrar em nada conceitual ou teórico. A idéia neste momento é mostrar como se faz para criar um servidor completo no Azure para se trabalhar com BigData através do HDInsight, que é a proposta da Microsoft para esta tendência.</p>
<p>A primeira coisa a se fazer é conectar ao Portal do Azure: <a href="http://windows.azure.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">windows.azure.com</a> e aguardar o carregamento completo das funcionalidades. Dentro de alguns segundo, após tudo carregar no portal, você deve procurar o item HDInsight no menu da esquerda.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image3-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image_thumb3-1.png?resize=550%2C376" alt="image" width="550" height="376" border="0" /></a></p>
<blockquote><p>Vale lembrar que o HDInsight ainda é Preview, então pode ser que não esteja habilitado na sua conta. Caso isso aconteça, procure um botão na Home do Painel Geral do Azure onde você pode solicitar o período de avaliação do HDInsight. Após a Microsoft liberar a funcionalidade, você pode seguir com a criação do servidor. A liberação pode ser rápida, mas não sei hoje qual o tempo real de espera.</p></blockquote>
<p>Quando o HDInsight abrir, procure no topo da tela e clique em<strong><em> CREATE AN HDINSIGHT CLUSTER</em></strong>. Vai levantar uma barra do rodapé permitindo que seja criado o serviço, já vem selecionado o HDInsight, mas você pode escolher outro serviço para criar na sua conta…</p>
<p>A configuração é bem intuitiva, permitindo que o ambiente seja configurado com poucos cliques. Preencha os dados como o nome do cluster e aguarde a validação para não haver conflito com outros nomes já criados. Esta senha que for inserida na criação do serviço, vai ser utilizada no futuro para se conectar ao serviço com a conta de ADMIN.</p>
<p>A quantidade de nós no cluster (<em><strong>CLUSTER SIZE</strong></em>) vai impactar diretamente no processamento que você terá no ambiente, quanto maior a máquina, mais processamento ela consegue fazer simultaneamente e aumenta a velocidade de resposta, consequentemente aumenta o custo que você irá pagar no final do mês. Cada nó de cluster que você cria, é um processador <strong><em>SixCore</em></strong> que será provisionado para seu ambiente. No caso de deixar um cluster com 4 nós, no Dashboard de Monitoramento você irá encontrar 24 núcleos (24 core) no serviço.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image4-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image_thumb4-1.png?resize=550%2C360" alt="image" width="550" height="360" border="0" /></a></p>
<p>Por enquanto, para se trabalhar com o HDInsight, é exigido que o <strong><em>Storage Account</em></strong> seja do North Europe, os Storages nos EUA não passaram. Bom, para criar esta conta de Storage no norte europeu, vá até o item acima de HDInsight no menu, encontr o ítem de <em><strong>STORAGE</strong></em>, e clique em <strong><em>QUICK CREATE</em></strong>. Preencha os dados e não se esqueça de selecionar North Europe.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image5-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image_thumb5-1.png?resize=550%2C360" alt="image" width="550" height="360" border="0" /></a></p>
<p>Volte para seu cluster, e, após preencher os dados do HDInsight e clicar no ítem <em><strong>CREATE HDINSIGHT CLUSTER</strong></em>, o processo se inicia e você pode acompanhar o andamento através da barra de evolução no rodapé da página. Para acessar esta barra, clique no ítem que parece um gráfico de barras horizontais no rodapé, do lado direito da página, ao lado do botão de dúvidas (?)</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image6-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image_thumb6-1.png?resize=550%2C360" alt="image" width="550" height="360" border="0" /></a></p>
<p>Clicando em <strong><em>DETAILS</em></strong> esta barra é atualizada para o contexto do andamento do serviço que você clicou, no caso, o andamento da criação e configuração do servidor.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image7-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image_thumb7-1.png?resize=550%2C360" alt="image" width="550" height="360" border="0" /></a></p>
<p>Quando o Azure terminar o processo, um botão de <strong><em>OK</em></strong> aparece nesta barra de detalhes.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image8-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image_thumb8-1.png?resize=550%2C360" alt="image" width="550" height="360" border="0" /></a></p>
<p>Quando o processo concluir, o servidor já está disponível para se trabalhar com BigData através do HDInsight. É possível visualizar um <strong><em>Dashboard do Azure</em></strong> clicando no nome que foi dado ao seu cluster. Este painel apresenta alguns dados de utilização do seu servidor. Repare que criando o ambiente com 4 nós no cluster, aparecerão 24 núcleos aqui.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image9-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image_thumb9-1.png?resize=550%2C360" alt="image" width="550" height="360" border="0" /></a></p>
<p>Também é possível interagir através dos botões abaixo, no rodapé, seja o <strong><em>CONNECT</em></strong> e/ou<em><strong> MANAGE CLUSTER</strong></em>.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image10-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image_thumb10-1.png?resize=550%2C360" alt="image" width="550" height="360" border="0" /></a></p>
<p>O botão <strong><em>MANAGE CLUSTER</em></strong> possibilita uma algumas interações através do painel web do Azure, inclusive para rodar códigos em JavaScript e/ou Hive.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image11-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image_thumb11-1.png?resize=550%2C360" alt="image" width="550" height="360" border="0" /></a></p>
<p>Já com o botão <strong><em>CONNECT</em></strong>, o HDInsight lhe possibilita conectar diretamente na Máquina Virtual do serviço, através do <em><strong>Remote Desktop</strong></em>. Possibilitando criar pastas de trabalho dentro do servidor, como se faz naturalmente no Windows. Neste momento você precisa passar o user ADMIN e a senha que você inseriu na hora de criar o cluster, aquela senha segura de 10 dígitos com letras, números e caracter especial.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image12-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image_thumb12-1.png?resize=550%2C360" alt="image" width="550" height="360" border="0" /></a></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image13-1.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" style="background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;" title="image" src="https://i0.wp.com/blogdiegonogare.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2013/07/image_thumb13-1.png?resize=550%2C447" alt="image" width="550" height="447" border="0" /></a></p>
<p>Simples assim, configuramos um ambiente inicial para se trabalhar com o HDInsight. Vamos, em próximos posts, mostrar como movimentar dados para lá, processar e retornar resultados.</p>
<p>O post <a href="https://diegonogare.net/2013/07/criando-seu-servidor-de-hdinsight-no-azure/">Criando seu servidor de HDInsight no Azure</a> apareceu primeiro em <a href="https://diegonogare.net">Diego Nogare</a>.</p>
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		<title>O que esperar para BI no SQL Server 2014</title>
		<link>https://diegonogare.net/2013/07/o-que-esperar-para-bi-no-sql-server-2014/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Diego Nogare]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2013 02:26:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Business Intelligence]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud Computing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fala galera, a alguns dias foi anunciado o CTP 1 do SQL Server 2014, e eu separei algumas funcionalidades interessantes relacionados à Business Intelligence que você poderá utilizar nesta nova versão. Com certeza o SQL Server 2014 terá mais novidades do que estas que estou escrevendo aqui, mas já dá pra ter uma idéia do...</p>
<p>O post <a href="https://diegonogare.net/2013/07/o-que-esperar-para-bi-no-sql-server-2014/">O que esperar para BI no SQL Server 2014</a> apareceu primeiro em <a href="https://diegonogare.net">Diego Nogare</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fala galera, a alguns dias foi anunciado o <a href="https://diegonogare.net/2013/06/baixe-agora-gratuitamente-o-sql-server-2014-ctp1/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CTP 1 do SQL Server 2014</a>, e eu separei algumas funcionalidades interessantes relacionados à Business Intelligence que você poderá utilizar nesta nova versão.</p>
<p>Com certeza o SQL Server 2014 terá mais novidades do que estas que estou escrevendo aqui, mas já dá pra ter uma idéia do que vem por aí.</p>
<p><strong>SYS.DM_EXEC_QUERY_PROFILES</strong> : Este código T-SQL não é exatamente relacionado à BI, mas nos ajudará a acompanhar em tempo real o progresso da consulta que está sendo executada. Uma aplicação pra essa consulta é entender em que ponto uma carga do Data Warehouse pode estar naquele exato momento.</p>
<p><strong>Power View em Modelos Multidimensionais</strong> : Desde o Cumulative Update 4 do SQL Server 2012 com Service Pack 1 já é possível trabalhar com o Power View conectado em Modelos Multidimensionais. Sabemos que com o <a href="https://diegonogare.net/2013/01/powerpivot-e-power-view-nativo-no-excel-2013/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Excel 2013 o Power View já é nativo</a>, mas no Excel ainda não suporta estas conexões multidimensionais. Para usufruir desta modelagem, é obrigatório o uso do SQL Server Reporting Services com SharePoint Mode. Por enquanto, só nesta configuração. Isso sem falar que esta nova release do Power View permite uma integração com mapas e gráficos de pizza.</p>
<p><strong>Data Explorer para Excel</strong> : A algumas semanas tivemos o lançamento <a href="https://diegonogare.net/2013/04/data-explorer-preview-para-excel-2013/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Data Explorer Preview</a>, e conseguimos ter benefícios de identificar e importar dados de fontes externas não convencionais, como do HDFS (Hadoop Distributed File System), do Facebook e/ou de um site como o Wikipedia. Inclusive pode-se procurar por uma origem de dados dentro do seu “buscador&#8221;. No final, os dados são trazidos para dentro do Excel, ai o céu é o limite, divirta-se montando seus relatórios interativos com o Power View.</p>
<p><strong>Geoflow para Excel</strong> : Também foi lançado a algumas semanas o <a href="https://diegonogare.net/2013/04/geoflow-preview-para-excel-2013/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Geoflow Preview</a>, que permite uma criação em 3D de informações plotadas em um mapa geodesico (no formato do globo terrestre e não em formato planar) permitindo interagir mais naturalmente com os dados plotados, criando mapas de calor, gráficos de coluna ou de bolhas nas regiões que possuem determinada informação. Também é possível criar uma linha do tempo em cima daquele dado, porque podemos adicionar uma data e hora no dado e com poucos clicks comparar dois períodos. Por causa dessa timeline, também conseguimos criar estórias “cinematográficas” criando um tour guiado nos dados que queremos apresentar, mostrando evolução daquela informação.</p>
<p><strong>Hekaton para In-Memory OLTP </strong>: O Hekaton é a estrutura para se trabalhar in-memory com o banco de dados relacional. Não é uma versão diferente do SQL Server, é só mais uma forma de se trabalhar com os dados e mudar o mind-set para um mundo onde não se tem concorrência, nem locks, muito menos dead-locks. Para se trabalhar com os dados em memória, você precisa definir que a tabela em questão terá esta peculiaridade, e então, ela passa a ser considerada como tal. Ok, isso também não tem nada a ver exclusivamente com BI, mas a partir do momento que está se montando o Data Warehouse e preparando os dados para o cubo OLAP processar, se isso acontecer mais rápido, teremos muitos benefícios.</p>
<p><strong>ColumnStore Index permitindo escrita</strong> : Na versão 2012 do SQL Server, o ColumnStore Index foi lançado, mas por sua arquitetura, não era permitido escrever nas tabelas que possuiam este índex. <a href="https://diegonogare.net/2013/02/comparativo-de-insero-de-dados-em-uma-tabela-com-columnstore-index/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fiz um post comparando algumas formas de se escrever em tabelas com esta indexação</a>. Agora no SQL Server 2014, o ColumnStore Index permitirá escrita nas tabelas. Esta indexação colunas continua sendo um grande benefício para trabalhar com Data Warehouse e também com cenários onde existam consultas com agregadores e muitos milhões de registros.</p>
<p><strong>PowerPivot Management Dashboard</strong> : Esta ferramenta de gerenciamento está disponível no console de administração central do SharePoint 2013, possibilitando o monitoramento dos dados e das planilhas de Excel (publicadas no Excel Services do SharePoint) que estão sendo usadas. Permitindo tuning para melhorar a performance de um conjunto de dados específicos que são consumidos pelos nossos clientes através do portal.</p>
<p>Bom, como dito lá em cima, não são só estas novidades que temos para a stack de Business Intelligence no SQL Server 2014… Mas isso já dá uma boa idéia de coisas para se pesquisar e estudar nos próximos meses!</p>
<p>O post <a href="https://diegonogare.net/2013/07/o-que-esperar-para-bi-no-sql-server-2014/">O que esperar para BI no SQL Server 2014</a> apareceu primeiro em <a href="https://diegonogare.net">Diego Nogare</a>.</p>
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